ØSomente
poderei dividir com as pessoas e com o mundo aquilo que tiver dentro de mim.
Não poderei ter desordem em meu interior. Terei de ter primeiro o amor em meu
coração e um sorriso em meu rosto. Para depois poder amar e sorrir ao mundo.
Quando eu perceber que nada tenho para dar ao mundo, devo tomar consciência de
que quem precisa de ajuda sou eu. É muito mais abençoado dar do que receber.
Assim, não mais carregarei, em minha existência, um desespero silencioso. De
agora em diante ficarei grato quando puder dar, e não quando receber. Pois faço
parte de uma energia infinita, e quando estiver doando, não estarei perdendo,
estarei apenas repondo. Se eu puder dar, sempre terei mais para dar. Caso eu
não receba nada da vida, então me lembrarei de que não devo estar dando nada a
ela.
(Juramentos
do Mistério – do Livro “A RAZÃO DA VIDA” de César Romão)
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